Mesmo com milhões em investimentos, incentivos de aplicativos e campanhas que prometem um futuro mais limpo, os carros elétricos ainda não conquistaram espaço no Brasil. Hoje, representam apenas 1,3% da frota de 1,5 milhão de veículos cadastrados em plataformas de transporte como Uber e 99.
A promessa era de uma revolução verde, silenciosa e veloz. Mas, na prática, a mobilidade elétrica no Brasil ainda engatinha e segue presa na tomada🔌.
Desde 2022, a 99 aposta na Aliança pela Mobilidade Sustentável, reunindo 23 parceiros e anunciando mais de R$ 330 milhões para acelerar a transição. Além disso, motoristas recebem subsídios, apoio para instalar carregadores residenciais e até bonificações nas corridas feitas com elétricos.
Os desafios, no entanto, continuam: alto custo de compra, falta de infraestrutura pública, dúvidas sobre revenda, tempo de recarga e autonomia limitada. Para motoristas, isso significa contas que nem sempre fecham no fim do mês; para passageiros, tarifas que ainda não refletem os benefícios prometidos. Enquanto Europa e China já tratam os elétricos como rotina, por aqui o futuro segue em modo teste.
