A sustentabilidade está ganhando altitude no Brasil, e os investimentos seguem em várias frentes. Enquanto a produção global de SAF (Combustível Sustentável de Aviação) deve dobrar em 2025, um alerta soa: o crescimento desacelerará justamente quando metas obrigatórias internacionais começarem em 2027.
Paralelamente, os “carros voadores” da Eve Air Mobility (subsidiária da Embraer) receberam R$ 200 milhões do BNDES para desenvolvimento. É parte de um pacote que já ultrapassa R$ 1,2 bilhão em crédito para a empresa, que tem 2,8 mil pedidos de eVTOLs – veículos elétricos de decolagem vertical.
No solo, oportunidades crescem: profissionais com habilidades verdes têm 59% mais chance de contratação. Os setões que mais contratam são construção, agropecuária e mineração – provando que a sustentabilidade já é requisito transversal.
O governo também deu passo importante ao criar um comitê técnico permanente para regular o mercado de carbono brasileiro, enquanto um projeto de captura de CO₂ ligado ao etanol de milho recebeu R$ 384 milhões. Os céus podem estar ficando mais limpos, mas os desafios de escala e regulatórios ainda são uma turbulência pela frente. ✈️
