Uma onda de frio extremo paralisa a Europa, provocando mortes, cancelamentos massivos de voos e restrições de deslocamento sem precedentes. Com temperaturas chegando a –12,5°C no Reino Unido e quase 40 cm de neve nos Bálcãs, governos adotam medidas de emergência para evitar o colapso total da mobilidade urbana.
A companhia aérea KLM cancelou cerca de 1.000 voos apenas em um dia para evitar que passageiros ficassem retidos no aeroporto de Schiphol, um dos maiores hubs da Europa. Na França, 40% dos voos no aeroporto Charles de Gaulle foram suspensos preventivamente. Autoridades holandesas orientaram a população a evitar deslocamentos não essenciais, enquanto na Escócia discute-se o uso de forças militares para desobstruir estradas e abastecer comunidades isoladas.
Até agora, a onda de frio já causou pelo menos seis mortes – cinco na França e uma nos Bálcãs – além de enchentes, quedas de energia e o fechamento de escolas. O evento extremo reforça uma ironia climática: em um planeta em aquecimento, episódios de frio intenso podem se tornar mais frequentes e caóticos. ❄️
