Na ONU, Lula cobra ação climática; Trump minimiza compromissos ambientais

Sabe aquele momento em que tudo vira palco global?🤔 Foi isso que vimos na Assembleia Geral da ONU. O presidente Lula usou o discurso para dizer que o Brasil não aceita sanções, tarifas ou medidas que considera arbitrárias contra suas instituições e economia. 

Ele defendeu a soberania, o processo jurídico contra Bolsonaro e afirmou que democracia e independência são inegociáveis. “Mesmo sob ataque sem precedentes, o Brasil optou por resistir e defender sua democracia.” Afirmou o presidente.

Trump, por sua vez, acusou o Brasil de “repressão, censura e corrupção judicial”, afirmando que quem trabalha com os EUA “vai bem”, mas alertou que o país vai “fracassar sem cooperação”. Mesmo com críticas fortes, fez questão de dizer que “gostou” de Lula.

“Ele parece um cara muito legal, ele gosta de mim e eu gostei dele. E eu só faço negócio com gente de quem eu gosto. Quando não gosto deles, eu não faço. Quando eu não gosto, eu não gosto. Por 39 segundos, nós tivemos uma ótima química e isso é um bom sinal.” Concluiu Trump.

🗨️No meio desse embate político, o meio ambiente ficou presente. Lula reiterou seu compromisso com temas como florestas, mudança climática e com que o Brasil cumpra metas climáticas, áreas nas quais ele cobra voz ativa dos países mais ricos

“O ano de 2024 foi o mais quente já registrado. A COP30, em Belém, será a COP da verdade. Será o momento de os líderes mundiais provarem a seriedade de seu compromisso com o planeta.” Afirma Lula.

Trump, por outro lado, minimizou muitas políticas ambientais globais, classificando algumas medidas como exageros e defendendo priorizar a segurança energética.

“Todas essas previsões feitas pelas Nações Unidas e por muitos outros países, muitas vezes por motivos equivocados, estavam erradas. Foram feitas por pessoas estúpidas.” Afirma o presidente.

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